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26 de novembro de 2011

MULHER CANANÉIA


"E, partindo Jesus dali, foi para as partes de Tiro e de Sidom. E eis que uma mulher cananéia, que saíra daquelas cercanias, clamou, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim, que minha filha está miseravelmente endemoninhada. Mas ele não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, chegando ao pé dele, rogaram-lhe, dizendo: Despede-a, que vem gritando atrás de nós. E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. Então chegou ela, e adorou-o, dizendo: Senhor, socorre-me! Ele, porém, respondendo, disse: Não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos. E ela disse: Sim, SENHOR, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores. Então respondeu Jesus, e disse-lhe: Ó mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como tu desejas. E desde aquela hora a sua filha ficou sã." (Mateus 15: 21 a 28)

Quem era a mulher Cananéia? Era grega, siro-fenícia de nação. Este povo era politeísta, e cultuavam diferentes divindades, muitas oriundas de culturas vizinhas, ao longo de sua história, eles conservavam ritos bem arcaicos, como o sacrifício de crianças (em particular dos primogênitos) como também sacrifícios de animais.
O nome desta mulher não é mencionado na Bíblia assim como a mulher do fluxo de sangue, como a mulher sunamita, porém, mais importante que o nome, foi o exemplo deixado por estas mulheres e hoje em especial, falaremos mais sobre a humildade da A MULHER CANAÉIA, e que certamente servirá para enriquecer a nossa vida com Jesus.
Esta mulher tinha um problema com sua filha, pois, esta estava endemoninhada, certamente, ela deve ter procurado soluções com os deuses a qual a sua cultura cultuava, porém sua tentativa foi frustrada, pois, aquelas entidades nada puderam fazer por ela ou até pioraram a situação.
Jesus estava na jornada de Tiro a Sidom, e esta mulher Cananéia, estava nas proximidades quando ouviu falar de Jesus, esta mulher viu em Jesus uma oportunidade para que sua filha fosse liberta e foi em busca de seu milagre, ela estava disposta a qualquer coisa.
Por outro lado, Jesus seguia sua trajetória, pois, sua intenção era chegar a Decápolis (grupo de dez cidades na fronteira oriental do Império Romano na Judéia e Síria) para ali realizar a cura de um surgo / gago (Marcos 7: 31 a 37) e posteriormente ensinar a uma grande multidão por um período de três dias, e ali realizar a segunda multiplicação de peixes. (Marcos 8: 1 a 9).
Nesta jornada, Jesus não queria chamar a atenção de ninguém, mas era impossível que Ele passasse por algum lugar de forma despercebida. Então aquela mulher Cananéia, foi ao encontro do Mestre, clamando:
E eis que uma mulher cananéia, que saíra daquelas cercanias, clamou, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim, que minha filha está miseravelmente endemoninhada. (Mateus 15: 22)
Mas ao clamar por Jesus, Ele não lhe respondeu, os discípulos disseram a Jesus que mandasse ela embora. Quantas vezes nós nos encontramos com algum problema e muitas vezes procuramos simplesmente alguém que possa nos escutar, mas não encontramos?
 Mas para a mulher cananéia além de ter sido desprezada pelos discípulos, o Mestre lhe deu uma resposta dura e de desprezo:
E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. (Mateus 15: 24)
A resposta que Jesus lhe deu foi muito dura, pois, ela não fazia parte do rebanho a qual o Senhor Jesus era o Pastor, aquela mulher estava à frente de um julgamento de sua vida, sua personalidade, suas crenças, mas ela sabia muito bem o que ela precisava, ela sabia que os seus deuses foram incapazes de trazer a cura para a filha dela. Esta mulher tinha em seu coração algo chamado determinação.
Muitas de nós desistimos muito fácil daquilo que queremos, de nossos sonhos, projetos e até mesmo daquilo que Deus tem colocado em nossas mãos.
Então chegou ela, e adorou-o, dizendo: Senhor, socorre-me! (Mateus 15: 25)
Aquela mulher, não se intimidou com a primeira resposta que havia recebido de Jesus, então ela desceu mais um pouco no vale da humilhação, prostrando-se aos pés de Jesus para adorá-lo, implorando por sua misericórdia, pois, certamente ela lembrava de sua filha naquele estado deplorável e se o Mestre era a sua última chance, ela não ia desistir.
Ele, porém, respondendo, disse: Não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos. (Mateus 15: 26)
Mas Jesus mesmo vendo-a suplicando por socorro foi ainda mais duro com ela ao dizer não era justo deixar de alimentar aqueles que esperavam por Ele para alimentar aquela que não estava qualificada para receber aquele benefício.  Naquele tempo os gentios, eram desprezados e humilhados pelos judeus, muitos os comparavam a cachorros, no sentido mais humilhante da palavra.  Jesus embora já conhecesse o coração dela, Ele quis testá-la, para que Ele pudesse ver nela a diferença, algo que verdadeiramente lhe chamasse a atenção.
Mas aquela mulher não desistiu, naquele momento, ela estava disposta a tudo, ela já tinha batido em tantas portas, mas nenhuma delas foi capaz de resolver aquele problema de forma definitiva, naquele momento ela não tinha nada a perder, aquela humilhação era fácil suportar, o que ela não suportava mais era ver o sofrimento de sua filha.
Muitas vezes somos capazes de nos humilhar perante homens muitas vezes, mas não nos humilhamos diante de Deus. Humilhar-nos para homens pode ser ainda pior, pois tudo aquilo que falamos, pode ser mal interpretado, além da possibilidade de surgirem fofocas e boatos envolvendo nossa vida. Porém quando nos humilhamos perante o Senhor, o que oramos em secreto na presença Dele, fica entre nós e Deus, Ele sempre está disposto a nos ouvir, nos acolher e como Davi disse:
"Fui moço, e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua semente a mendigar o pão." (Salmos 37: 25)
Aquela mulher, poderia não pertencer ao povo escolhido por Deus, mas o que ela já havia ouvido foi o suficiente, para que ela cresse.
E ela disse: Sim, SENHOR, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores. (Mateus 15: 27)
Sua resposta foi ainda mais humilde, pois, ela não se importava em comer do melhor que o Mestre poderia lhe oferecer, ela se contentaria em apenas comer a migalha. Vemos aqui, que em momento algum, esta mulher murmurou, mesmo sendo humilhada, diante daqueles que estavam ali ela não se importou com os outros, ela olhou para si mesma, olhou para o seu alvo que era a libertação de sua filha, e se humilhou ainda mais, por amor.
Quantas de nós seriamos capazes de fazer o mesmo?
Então respondeu Jesus, e disse-lhe: Ó mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como tu desejas. E desde aquela hora a sua filha ficou sã. (Mateus 15: 28)
A palavra de Deus nos diz que o Senhor não resiste a um coração quebrantado e humilde, e está aqui a prova de que quando entramos na presença Dele, quando tiramos a maquiagem que camufla nossos sentimentos, quando nos despimos de nossas roupas do orgulho, da arrogância, quando descemos do salto alto da auto-suficiência, e nos colocamos prostados de joelhos aos pés do nosso Mestre, Ele não resiste.
Quantas pessoas já ouviram falar de Jesus, mas não deram ouvidos?
Quantas pessoas encontram-se no nosso meio, que já ouviram falar de Jesus, alguns até vivenciaram milagres em suas vidas e hoje estão mortas e cegas espiritualmente? Se tornaram críticos que tudo questionam, e que são até capazes de dizer que milagres só aconteciam no passado?
Quantos de nós vivemos a era do imediatismo? Quantas vezes nós paramos para orar uma, duas três vezes e queremos a bênção imediatamente? Quantas vezes queremos barganhar com Deus, e entramos na presença Dele cheios do nosso “eu”?
Nós precisamos aprender com esta mulher, precisamos descer no vale da humilhação, do quebrantamento, da sinceridade, é isto que Ele procura em nós.
Quando em João (4: 23), ele diz que os olhos do Senhor estão sobre a terra à procura dos verdadeiros adoradores, João quis dizer que o Senhor está à procura de mulheres cananéias, mulheres que façam a diferença, mulheres que estejam dispostas a buscarem a face de Deus, deixe de comer das migalhas que caem da mesa, para sentar-se a mesa do Rei dos reis e Senhor dos senhores.
Quando vocês entrarem na presença do Senhor, façam isso da forma com a qual vocês nunca fizeram, abra o seu coração, conte a Ele onde é que dói, Ele conhece todos os seus problemas, mas Ele quer ouvir da sua boca, assim como Ele falou ao cego Bartimeu o que queres que Eu te faça? Será que Jesus não sabia o que Bartimeu precisava? Claro que sabia, mas Ele queria ouvir da boca dele. Hoje Ele te pergunta o que queres que Eu te faça mulher?
Se permita se liberte, como aquela mulher Cananéia fez, entre no vale da humilhação. Que este momento seja só você e o Senhor nesta hora, faça isso como se esta fosse a sua última oportunidade na presença de Deus.
Oração das Damas – Dama da Graça: Aline Melo
 

ANA - EXEMPLO DE MULHER


 
Oração das Damas
Dama da Graça: Aline Melo

Houve um homem de Ramataim-Zofim, da montanha de Efraim, cujo nome era Elcana, filho de Jeroão, filho de Eliú, filho de Toú, filho de Zufe, efrateu.  E este tinha duas mulheres: o nome de uma era Ana, e o da outra Penina. E Penina tinha filhos, porém Ana não os tinha. Subia, pois, este homem, da sua cidade, de ano em ano, a adorar e a sacrificar ao SENHOR dos Exércitos em Siló; e estavam ali os sacerdotes do SENHOR, Hofni e Finéias, os dois filhos de Eli. E sucedeu que no dia em que Elcana sacrificava, dava ele porções a Penina, sua mulher, e a todos os seus filhos, e a todas as suas filhas.   Porém a Ana dava uma parte excelente; porque amava a Ana, embora o SENHOR lhe tivesse cerrado a madre.  E a sua rival excessivamente a provocava, para a irritar; porque o SENHOR lhe tinha cerrado a madre.  E assim fazia ele de ano em ano. Sempre que Ana subia à casa do SENHOR, a outra a irritava; por isso chorava, e não comia. Então Elcana, seu marido, lhe disse: Ana, por que choras? E por que não comes? E por que está mal o teu coração? Não te sou eu melhor do que dez filhos? Ana roga a Deus que lhe dê um filho. Então Ana se levantou, depois que comeram e beberam em Siló; e Eli, sacerdote, estava assentado numa cadeira, junto a um pilar do templo do SENHOR. Ela, pois, com amargura de alma, orou ao SENHOR, e chorou abundantemente. E fez um voto, dizendo: SENHOR dos Exércitos! Se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas à tua serva deres um filho homem, ao SENHOR o darei todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha.  E sucedeu que, perseverando ela em orar perante o SENHOR, Eli observou a sua boca.  Porquanto Ana no seu coração falava; só se moviam os seus lábios, porém não se ouvia a sua voz; pelo que Eli a teve por embriagada. E disse-lhe Eli: Até quando estarás tu embriagada? Aparta de ti o teu vinho. Porém Ana respondeu: Não, senhor meu, eu sou uma mulher atribulada de espírito; nem vinho nem bebida forte tenho bebido; porém tenho derramado a minha alma perante o SENHOR. Não tenhas, pois, a tua serva por filha de Belial; porque da multidão dos meus cuidados e do meu desgosto tenho falado até agora. Então respondeu Eli: Vai em paz; e o Deus de Israel te conceda a petição que lhe fizeste. E disse ela: Ache a tua serva graça aos teus olhos. Assim a mulher foi o seu caminho, e comeu, e o seu semblante já não era triste. E levantaram-se de madrugada, e adoraram perante o SENHOR, e voltaram, e chegaram à sua casa, em Ramá, e Elcana conheceu a Ana sua mulher, e o SENHOR se lembrou dela. Nasce Samuel e é consagrado a Deus. E sucedeu que, passado algum tempo, Ana concebeu, e deu à luz um filho, ao qual chamou Samuel; porque, dizia ela, o tenho pedido ao SENHOR.” (I Samuel 1: 20)
Naquele tempo, um homem ser casado com mais de uma mulher e ter muitos filhos homens era sinal de prosperidade e benção de Deus e a mulher que não conseguia gerar filhos era uma mulher considerada amaldiçoada por Deus, era motivo de vergonha para seu marido.
E neste contexto, vemos Ana (que significa cheia de graça), sua vida não era fácil, pois, ela era uma mulher comum como todas de seu tempo, mas algo tornava sua vida triste e amarga, Deus havia cerrado sua madre, vemos na bíblia outras mulheres que assim como Ana também eram estéreas como Sara, Rebeca entre outras. Ana se definia como uma mulher atribulada de espírito devido a sua esterilidade (I Sm 1: 15).
Além de sua amargura e vergonha de não ter filhos, Ana era humilhada por Penina por não ter filhos.
Embora seu marido a amasse mais que a Penina que já havia lhe dado alguns filhos, por Ana, Eucana sacrificava com algo excelete ao Senhor.
Quantas de nós muitas vezes temos tantas coisas ao nosso alcance e não valorizamos? Não valorizamos porque sempre queremos mais, não que seja errado, mas há dentro de nós um sentimento muito destrutivo chamado ganância e quando a ganância junta-se ao desejo consumista, ainda que tenhamos o melhor nunca estamos satisfeitos com nada, estamos sempre com a língua afiada para murmurar.
Existem dois tipos de sonhos, que sonhamos e que estão no coração de Deus e os sonhos que sonhamos sozinhos.
Os sonhos que estão no coração de Deus, antes mesmo de nós ansearmos por eles, eles já haviam brotado no coração de Deus e no tempo certo o Senhor nos desperta para que possamos gerar em nós algumas características, como fé e atitude e estes sonhos já mais serão frustrados.
"Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais."  (Jeremias 29: 11)
Já os sonhos a qual sonhamos só, muitas vezes é apenas uma vaidade de nosso ego, a qual desejamos satisfazer, muitas vezes oramos e pagamos preço, por aquilo que não é da vontade de Deus, muitas vezes o Senhor até nos permite, mas são conquistas que irão nos trazer alguma frustração.
"Porque, como na multidão dos sonhos há vaidades, assim também nas muitas palavras; mas tu teme a Deus."  (Eclesiastes 5: 7)
O sonho de Ana, era diferente, era um sonho que estava no coração de Deus, o Senhor permitiu toda aquela situação, para despertar nela fé e atitude, além de provar sua fidelidade.
Vemos na oração de Ana, uma oração de submissão, “se atentares a minha aflição...”, “se te lembrares...” (v. 11) . Isto nos faz pensar na reverência que tinha Ana a um Deus soberano que tinha tantas “ocupações” mais importantes, para ouvi-la.
Muitas vezes quando nos colocamos na presença do Senhor, já entramos com o coração duro, cheio de autoritarismo, “eu quero”, “me dá”, “se o Senhor não me der...” e por aí vai. Se muitas vezes não conquistamos do Senhor é porque não sabemos ser humildes, pois, para crescermos diante de Deus, nós precisamos descer, descer no vale da humilhação, descer ainda que tenhamos que perder nossa razão.
Ana estava vivendo naquele instante, um momento único de intimidade e quebrantamento de espírito na presença do Senhor, mas sua oração foi interrompida pelo sacerdote Eli, que julgou que ela estava embreagada, naquele momento Eli mesmo sendo um profeta do Senhor, ele foi usado por satanás, para tirar Ana da posição, afrontando-a com a acusação de embreaguez.
Assim como os olhos e ouvidos do Senhor estão atentos ao nosso clamor, satanás também está a nos observar para a todo custo nos tirar da posição e nos tira a nossa bênção.

Mas Ana, nos dá mais uma prova de sua humildade, submissão diante do sacerdote, ao afirmar que era uma mulher atribulada. (v15). Quantas de nós seríamos capazes de responder com tamanha humildade? Muitas vezes quando um obreiro, líder ou até mesmo nosso pastor nos fala algo que não gostamos, respondemos a altura, não respeitamos sua posição, por nos faltar a humildade de Ana.
Quando falamos em humildade não falamos em condições financeiras, mas falamos em mansidão, comportamento, atitude. A bíblia fala muito destas característica, e faz promessas:
"Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra;" (Mateus 5 :5)
"Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas." (Mateus 11 :29)
O profeta Eli vendo a sinceridade de Ana e sua humildade, ele a despediu em paz, e a abeçoou. Se a atitude de Ana tivesse sido de arrogância e ignorância, talvez o profeta até a amaldiçoasse, pois, ele tinha autoridade para tal, mas sua atitude foi a mais bela, e ela alcançou o favor de Deus e do profeta.
V19 – Ana tinha certeza da realização de seu sonho, então ela e seu marido Eucana levantaram-se de madrugada, e adoraram ao Senhor. Olha que atitude de fé, Ana o tempo todo esteve gerando o seu milagre, pois, primeiro ela sacrificou, se humilhou sozinha diante de Deus, recebeu a benção do sacerdote, agora ela se levanta de madrugada para adorar juntamente com seu marido. Ana chamou a atenção de Deus.
A palavra de Deus nos afirma algumas coisas sobre a atitude de Ana:
"Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus." (Salmos 51 :17)
"Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem." (João 4 :23)
V24 – Fidelidade, esta era outra característica marcante de Ana, pois, ela foi fiel ao voto que fez ao Senhor e assim que o pequeno Samuel desmamou, ela foi até o profeta para entregar seu único filho.
Ana poderia ter pensado meu Deus eu só tenho ele... Abrão também poderia ter pensado só tenho Isaque e Deus me pediu em sacrifício, ele se manteve fiel e Deus o honrou dando-lhe o holocausto para sacrifício, assim Deus deu a Ana outros cinco filhos, sendo 3 homens e duas mulheres. Isso é resposta de fidelidade, mas se Ana tivesse sido infiel como muitas vezes nós somos? Glória a Deus que vivemos pela graça e não pela lei.