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13 de junho de 2011

A MULHER SUNAMITA

"Sucedeu também um dia que, indo Eliseu a Suném, havia ali uma mulher importante, a qual o reteve para comer pão; e sucedeu que todas as vezes que passava por ali entrava para comer pão. E ela disse a seu marido: Eis que tenho observado que este que sempre passa por nós é um santo homem de Deus. Façamos-lhe, pois, um pequeno quarto junto ao muro, e ali lhe ponhamos uma cama, uma mesa, uma cadeira e um candeeiro; e há de ser que, vindo ele a nós, para ali se recolherá. E sucedeu que um dia ele chegou ali, e recolheu-se àquele quarto, e se deitou. Então disse ao seu servo Geazi: Chama esta sunamita. E chamando-a ele, ela se pôs diante dele. Porque ele tinha falado a Geazi: Dize-lhe: Eis que tu nos tens tratado com todo o desvelo; que se há de fazer por ti? Haverá alguma coisa de que se fale por ti ao rei, ou ao capitão do exército? E disse ela: Eu habito no meio do meu povo. Então disse ele: Que se há de fazer por ela? E Geazi disse: Ora ela não tem filho, e seu marido é velho. Por isso disse ele: Chama-a. E, chamando-a ele, ela se pôs à porta. E ele disse: A este tempo determinado, segundo o tempo da vida, abraçarás um filho. E disse ela: Não, meu SENHOR, homem de Deus, não mintas à tua serva. E concebeu a mulher, e deu à luz um filho, no tempo determinado, no ano seguinte, segundo Eliseu lhe dissera. E, crescendo o filho, sucedeu que um dia saiu para ter com seu pai, que estava com os segadores; E disse a seu pai: Ai, a minha cabeça! Ai, a minha cabeça! Então disse a um moço: Leva-o à sua mãe. E ele o tomou, e o levou à sua mãe; e esteve sobre os seus joelhos até ao meio dia, e morreu. E subiu ela, e o deitou sobre a cama do homem de Deus; e fechou a porta, e saiu. E chamou a seu marido, e disse: Manda-me já um dos moços, e uma das jumentas, para que eu corra ao homem de Deus, e volte. E disse ele: Por que vais a ele hoje? Não é lua nova nem sábado. E ela disse: Tudo vai bem. Então albardou a jumenta, e disse ao seu servo: Guia e anda, e não te detenhas no caminhar, senão quando eu to disser. Partiu ela, pois, e foi ao homem de Deus, ao monte Carmelo; e sucedeu que, vendo-a o homem de Deus de longe, disse a Geazi, seu servo: Eis aí a sunamita. Agora, pois, corre-lhe ao encontro e dize-lhe: Vai bem contigo? Vai bem com teu marido? Vai bem com teu filho? E ela disse: Vai bem. Chegando ela, pois, ao homem de Deus, ao monte, pegou nos seus pés; mas chegou Geazi para retirá-la; disse porém o homem de Deus: Deixa-a, porque a sua alma está triste de amargura, e o SENHOR me encobriu, e não me manifestou. E disse ela: Pedi eu a meu SENHOR algum filho? Não disse eu: Não me enganes? E ele disse a Geazi: Cinge os teus lombos, toma o meu bordão na tua mão, e vai; se encontrares alguém não o saúdes, e se alguém te saudar, não lhe respondas; e põe o meu bordão sobre o rosto do menino. orém disse a mãe do menino: Vive o SENHOR, e vive a tua alma, que não te hei de deixar. Então ele se levantou, e a seguiu. E Geazi passou adiante deles, e pôs o bordão sobre o rosto do menino; porém não havia nele voz nem sentido; e voltou a encontrar-se com ele, e lhe trouxe aviso, dizendo: O menino não despertou. E, chegando Eliseu àquela casa, eis que o menino jazia morto sobre a sua cama. Então entrou ele, e fechou a porta sobre eles ambos, e orou ao SENHOR. E subiu à cama e deitou-se sobre o menino, e, pondo a sua boca sobre a boca dele, e os seus olhos sobre os olhos dele, e as suas mãos sobre as mãos dele, se estendeu sobre ele; e a carne do menino aqueceu. Depois desceu, e andou naquela casa de uma parte para a outra, e tornou a subir, e se estendeu sobre ele, então o menino espirrou sete vezes, e abriu os olhos. Então chamou a Geazi, e disse: Chama esta sunamita. E chamou-a, e veio a ele. E disse ele: Toma o teu filho. E entrou ela, e se prostrou a seus pés, e se inclinou à terra; e tomou o seu filho e saiu." (II Reis 4:8 a 37)

A Bíblia narra à história de uma mulher a qual não é mencionado o nome, mas a sua história ficou conhecida como a da “mulher sunamita”, esta mulher reconhecia a unção de Deus na vida do profeta Eliseu, e todas as vezes que ela o via, ela servia-lhe pão, certa vez ela chamou seu marido e pediu que este construísse um quarto para acolher aquele homem de Deus em sua casa.

Quando nós plantamos na vida de nossos pastores, nós colhemos os frutos no tempo de determinado por Deus, aquela mulher estava plantando na vida do profeta Eliseu com sua atitude de alimentá-lo e o acolher em sua casa.

Eliseu procurou saber sobre a vida daquela mulher, o que faltava em sua vida, então ele tomou conhecimento que ela não tinha filhos, naquela época a mulher que não gerava filhos, era tida como amaldiçoada e esta era muito humilhada. Certamente aquela mulher ao se casar sonhara em ter filhos como as outras mulheres, mas o tempo foi passando e aquele sonho não se realizou em sua vida.

Hoje Deus te pergunta qual tem sido o teu sonho? Será que nós temos deixado os nossos sonhos morrerem porque já faz muito tempo e até hoje eles não se concretizaram em nossas vidas?

Eliseu mandou chamar a sunamita, e profetizou que ela iria dar a luz a um filho no tempo determinado, esta era uma forma de retribuir a esta mulher aquilo que ela vinha fazendo por ele. As sementes que ela havia plantado na vida do homem de Deus, mesmo que sem interesse estavam a dar os primeiros frutos sobre a vida dela e de seu marido.

Depois de algum tempo o menino que outrora alegrara aquela família, pois, ele era a realização e concretização de um sonho, veio a ser acometido por uma dor de cabeça quando estava no campo e veio a falecer junto a sua mãe.

Esta mulher foi muito forte e decidida, ela não deixou se abater com a possibilidade de ver o seu sonho “desfeito”. Sua atitude foi sábia ela foi de encontro ao homem de Deus, porque ela tinha certeza que o mesmo Deus que havia usado o profeta para lhe abençoar com o filho, esse mesmo Deus poderia trazer a vida novamente ao menino.

Irmãos, aquilo que Deus nos deu, ele já mais tirará de nós, se foi Ele quem deu o seu (a) esposo (a), Ele não irá desfazer o seu casamento, aquela porta de emprego que Ele abriu Ele não fechará, creia nisso.

Quando o profeta Eliseu avistou a sunamita de longe, logo, enviou seu servo Geazi para sondar como ela estava, mas a sunamita foi breve em suas respostas ao dizer que estava tudo bem, só Deus e aquela mulher sabiam a dor que ela estava sentindo naquela hora, mas ela foi firme e não murmurou.

Muitas vezes nós murmuramos, deixamos o nosso orgulho e a falta de sabedoria tomarem de conta de nós mesmos e acabamos perdendo a nossa bênção.

Quando a sunamita se encontrou com o profeta, ela chegou ali decidida a só sair dali com ele ao seu lado para ter uma solução para aquele problema inesperado.

Irmãos, não saiam dos pés do Senhor, muitas vezes não tomamos posse da nossa bênção porque não estamos preparados, não estamos na posição a qual Deus nos quer.

Eliseu pediu que seu servo levasse o seu bordão e tocasse no menino, mas a unção de Deus não estava sobre Geazi estava sobre Eliseu, este era o homem a qual Deus tinha escolhido.

Antes de receber a bênção de dar a luz a um filho, ela não sonhava mais, ela não pediu ao profeta, mas naquela hora tudo o que ela mais queria era que seu filho tornasse a vida novamente. Quando o profeta Eliseu aproximou-se do menino e deitou-se sobre o menino por sete vezes, o calor voltou ao corpo do menino e este tornou a vida.

O tempo passou e veio a fome, a sunamita e sua família foram habitar na terra dos filisteus por sete anos, após este período ela voltou a sua terra, colocou-se diante da presença do rei para pedir-lhe a sua terra de volta, mas a vida daquela mulher lhe restava às boas sementes que havia plantado na vida de Eliseu, quando ela o alimentou e o acolheu em sua casa e mais uma vez ela pode colher os frutos do que plantara na vida do profeta a anos atrás. (ler II Reis 8: 1 a 6)

Muitas vezes o Senhor nos dá oportunidades de semearmos na vida de nossos profetas e pastores, então não percam a oportunidade de abençoá-los, pois, no tempo certo, as sementes plantas na vida deles darão frutos.

O rei chamou a Geazi para tomar conhecimento de seus feitos, então ele tomou conhecimento do milagre vivido pela sunamita através da vida de Eliseu, então este lhe restituiu tudo aquilo que ela tinha perdido.

"Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará." (Salmos 37: 4 e 5)

É muito difícil nós nos entregarmos ao Senhor verdadeiramente, nós só cremos naquilo que nossos olhos podem ver, muitas vezes agimos como Pedro, ele pediu para andar sobre as águas, mas quando estava caminhando, ele deixou de olhar para o alvo que é Cristo e acabou afundando em meio as águas.

Que haja em nós a excência da mulher sunamita, fazer o bem sem olhar a quem, sem interesses futuros do que esta pessoa pode fazer para nos retribuir. Pense nisso!!!

Culto da Unção 10/06/11

Missionária Lia Sá

Igreja Assembléia de Deus dos Últimos Dias

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